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Baiano estreia com vitória no boxe, avança para quartas e pode garantir o bronze

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Natural de Conceição de Almeida, o baiano Keno Marley estreou com vitória nos Jogos Olímpicos Paris 2024 neste domingo (28). O pugilista enfrentou o britânico Patrick Brown na Arena Paris Norte na disputa pelas oitavas de final e venceu por decisão dividida.

Keno venceu por 4 a 1 na categoria 92kg. Nas quartas, o pugilista vai enfrentar o uzbequistanês Lazizbek Mullojonov. Caso vença sua próxima luta, já garante uma medalha, já que os dois perdedores das semifinais levam o bronze – não há disputa de terceiro lugar no boxe.

“Vou lutar com mais um que eu já enfrentei, tive o prazer de sair vitorioso, e aqui eu quero repetir esse feito. Apesar de ser um atleta muito experiente, muito bom, nível altíssimo, eu vim aqui para ganhar dele e de todos os outros” disse o baiano.

Após derrota contra Japão, meninas do futebol encaram Espanha na quarta-feira (31)

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Em partida contra o Japão, a seleção brasileira de futebol feminino foi derrotada de virada neste domingo (28). O placar de 2×1 marcou o jogo pela segunda rodada da fase de grupos dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Os gols das adversárias foram marcados por Jheniffer, Kumagai e Tanikawa.

O próximo confronto das meninas será na próxima quarta-feira (31), às 12h, contra a Espanha, atual campeã do mundo e favorita ao ouro, pelo grupo C. Em caso de vitória, classifica às quartas de final, em caso de derrota, torce para avançar como uma das melhores campanhas de 3° lugar.

Até o momento, o Brasil soma três pontos no grupo, com uma vitória e uma derrota, estando na 3ª colocação, com a mesma pontuação das japonesas, mas atrás no critério de desempate. Ainda hoje, Espanha e Nigéria duelam, também pela 2ª rodada.

Bia Haddad é a primeira tenista brasileira a vencer partida de simples nos Jogos Olímpicos em 36 anos

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A vitória de Bia Haddad foi simbólica para os tenistas brasileiros. Em 36 anos, ela foi a primeira brasileira a vencer uma partida de simples nos Jogos Olímpicos. A última a conseguir tal marco foi Gisele Miró, quando ganhou em Seul em 1988.

Bia superou a russa Varvara Gracheva (68), que atua pela França, por 2 sets a 1. Em entrevista para a Globo, a competidora falou sobre a partida e os torcedores: “O tênis é um esporte que você tem que tentar o máximo possível estar no presente o tempo todo. Não dá para ficar se lamentando e pensando no que passou. Esse era o meu exercício de hoje, é meu exercício diário. Estou feliz por ter conseguido manter a concentração.”

Na próxima rodada, enfrenta a eslovaca Anna Schmiedlova, 70ª do ranking. A disputada ocorrerá entre segunda e terça-feira.

Bia Haddad também está no torneio de duplas. Vai competir com Luisa Stefani, medalhista de bronze em Tóquio, em 2021 em dupla com Laura Pigossi. Neste domingo, a brasileira Laura foi derrotada pela ucraniana Dayana Yastremska pelo mesmo placar e se despede da capital francesa.

William Lima, Larissa Pimenta e Rayssa Leal garantem medalhas nas Olimpíadas

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O judoca Willian Lima garantiu a primeira medalha do Brasil nas Olimpíadas de Paris. A disputa pela medalha de ouro aconteceu neste domingo (28) na Arena Campo de Marte, em Paris. O atleta levou a medalha de prata na disputa.

No início da luta, Willian sofreu uma punição. Depois, o brasileiro passou a se defender e tentar golpear no adversário até que o japonês, Himufi Abe, aplicou 2 waza-ari (ippon) e venceu a competição para conquistar, então, a medalha de ouro. Ele foi também o medalhista de ouro em Tóquio, em 2021. Além disso, conquistou o título do Mundial em 2017, 2018 e 2022.

A judoca de São Vicente, Larissa Pimenta, saiu com o bronze na categoria até 52kg após bater a italiana Odette Giuffrida, atual campeã mundial, na disputa da medalha. Sua conquita é a 18ª do judô brasileiro na história das Olimpíadas. No total, o Brasil conta agora 26 medalhas nos Jogos, com quatro ouros e quatro pratas no esporte. Larissa compete em sua segunda Olimpíada, agora campeã.

A atleta de apenas 16 anos, Rayssa Leal, também conquistou sua segunda medalha olímpica, a de bronze. Nos Jogos de Tóquio-2020, Rayssa ficou com a prata na mesma categoria, a skate street. A jovem bateu seu melhor marca, chegando aos 92.88 na segunda manobra.

Ana Sátila termina em 4º na final da canoagem em Paris

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A canoísta brasileira Ana Sátila ficou em quarto lugar neste domingo (28), e portanto não conquistou uma medalha na final do caiaque individual slalom (K1) dos Jogos Olímpicos de Paris. Foi a primeira vez que Ana Sátila chegou à final no caiaque, modalidade na qual ficou em 16º em Londres 2012, 17º na Rio 2016 e 13º em Tóquio 2020.

Na disputa de canoagem slalom Ana foi a oitava a entrar na água, na final, para vencer as corredeiras e suas 23 portas. Ao final da prova, ocupava a segunda posição, atrás apenas da australiana Jessica Fox, considerada a maior da história do esporte e que se tornou campeã olímpica em Paris. Aos 30 anos, ela já soma cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, uma de prata e duas de bronze).

Nesta modalidade, os obstáculos são os mesmos para o caiaque e canoa. O competidor precisa passar obrigatoriamente pelas portas em seus respectivos sentidos, formadas por dois canos suspensos. Vence quem passar pelas portas em menor tempo e sem tocar nos obstáculos. Os toques geram acréscimo de tempo na cronometragem final.

Na terça-feira (30), a canoísta brasileira vai disputar as classificatórias da canoa (C1), com as semifinais e a final previstas para o dia 31. As eliminatórias do caiaque cross, prova que estreia em Olimpíadas em Paris, acontecem de sexta, dia 2 agosto, a domingo, dia 4, com quartas de final, semifinais e final no dia 5.

Vitória bate Palmeiras, quebra invencibilidade do Verdão e deixa Z-4

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O Vitória surpreendeu o Palmeiras na noite deste sábado (27), no Allianz Parque, em partida válida pela 20ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Os gols do jogo, terminado com o placar de 2 a 0, foram marcados por Osvaldo e Matheusinho, no segundo tempo.

Com o resultado, o Vitória chegou aos 18 pontos e deixou a zona do rebaixamento, subindo para a 16ª colocação. No Z-4, Atlético-GO, Fluminense, Grêmio e Cuiabá possuem jogos a menos, por isso o Rubro-Negro ainda pode voltar para a degola com o complemento da rodada.

A vitória representou o primeiro resultado positivo do Leão jogando contra o Palmeiras em São Paulo na história do Campeonato Brasileiro. O Verdão também defendia invencibilidade de 20 partidas jogando em casa, que foi perdida diante do Rubro-Negro.

Em campo, o Palmeiras foi melhor no primeiro tempo, criando boas oportunidades de gol e dando trabalho ao sistema defensivo do Vitória, que se salvou com boas defesas de Lucas Arcanjo e atuações positivas de Wagner Leonardo e do estreante Neris.

Na segunda etapa, o Leão cansou de se defender e começou a aproveitar os espaços deixados pelo Palmeiras. Aos sete minutos, Osvaldo recebeu pela direita, puxou para o meio e acertou um lindo chute, no canto esquerdo do goleiro Marcelo Lomba.

O segundo gol rubro-negro ocorreu apenas aos 38 minutos da segunda etapa, quando Alerrandro, que saiu do banco, tabelou com Matheusinho e deixou o camisa 30 na cara do gol. Com tranquilidade, o meia tocou de direita e deu números finais ao jogo.

FICHA TÉCNICA

Palmeiras 0x2 Vitória

Campeonato Brasileiro – 20ª rodada

Data: 27/7/2024

Horário: 19h

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)

Assistentes: Jean Marcio dos Santos (RN) e Luis Carlos de Franca Costa (RN)

VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)

Cartões amarelos: Muriel, Lucas Esteves, Edu e Thiago Carpini, José Breno (Vitória), Gabriel Menino e Flaco López (Palmeiras)

Cartão vermelho: José Breno (Vitória)

Gols: Osvaldo e Matheuzinho (Vitória)

Palmeiras: Marcelo Lomba; Naves, Giay, Vitor Reis e Caio Paulista (Vanderlan); Richard Ríos (Aníbal) , Gabriel Menino (Felipe Anderson), Maurício; Estévão (Dudu), Rony e Lázaro (Lázaro). Técnico: Abel Ferreira.

Vitória: Lucas Arcanjo; Lepo, Neris (Edu), Wagner Leonardo e Lucas Esteves; Ricardo Ryller (Machado), Willian Oliveira, Léo Naldi (José Breno); Matheusinho, Osvaldo (Zé Hugo) e Janderson (Alerrandro). Técnico: Thiago Carpini.

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Mega-Sena tem prêmio hoje de R$ 72 milhões

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O concurso 2.754, da Mega-Sena, que vai ser realizado neste sábado, 27/7, às 20h, no Espaço da Sorte da Caixa (SP), pode pagar um prêmio de R$ 72 milhões, de acordo com a Caixa Econômica Federal. Depositado em Caderneta de Poupança, esse valor renderia em torno de R$ 360 mil por mês.

Aposta

A aposta mínima com cinco dezenas custa R$ 5,00.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer lotérica do país ou pelo site da Caixa Econômica Federal.

Como apostar 

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio (terça, quinta e sábado), em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 5,00

Receber prêmio

Você pode receber o prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento pode ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir da apresentação em Agência da CAIXA.

Juros do cartão de crédito sobem e atingem quase 430% ao ano

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A taxa média de juros do cartão de crédito rotativo teve alta de 7,1 pontos percentuais para as famílias, passando de 422,4% ao ano, em maio, para 429,5% ao ano em junho deste ano. Em 12 meses, entretanto, os juros da modalidade caíram 6,3 pontos percentuais. Os dados estão nas Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta sexta-feira (26) pelo BC (Banco Central).

O crédito rotativo dura 30 dias e é aquele tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. Ou seja, contrai um empréstimo e começa a pagar juros sobre o valor que não conseguiu quitar.

A modalidade tem as taxas mais altas do mercado. Em janeiro deste ano, entrou em vigor a lei que limita os juros do rotativo a 100% do valor da dívida, mas a medida não afeta a taxa de juros pactuada no momento da concessão do crédito. Como ela só se aplica a novos financiamentos, não houve impacto na apuração estatística de junho.

Após os 30 dias, as instituições financeiras parcelam a dívida do cartão de crédito. No caso do cartão parcelado, os juros caíram 5,4 pontos percentuais no mês e 15,6 pontos percentuais em 12 meses para 180,5% ao ano.

Além da queda, o resultado do crédito livre às famílias em junho foi impactado pelo recuo de 6 pontos percentuais nas operações de crédito pessoal não consignado, para 87,8% o ano, e pelo aumento de 3,1 pontos percentuais no cheque especial, para 135% ao ano.

Com isso, a taxa média de juros no crédito com recursos livres às pessoas físicas ficou em 51,7% ao ano, um recuo de 0,7 ponto percentual no mês e de 7,4 pontos percentuais em 12 meses.

Nas operações com empresas, a taxa média alcançou 20,9% ao ano, aumento mensal de 0,3 ponto percentual e queda de 1,9 ponto percentual em 12 meses. Basicamente, contribuíram para este resultado as altas mensais nas taxas médias das modalidades de cheque especial (14,1 pontos percentuais), capital de giro com prazo superior a 365 dias (1,7 ponto percentual) e cartão de crédito parcelado (13,2 pontos percentuais). Em sentido contrário, houve queda de 18,6 pontos percentuais no cartão de crédito rotativo e de 0,6 ponto percentual em desconto de duplicatas e recebíveis.

Taxas médias

No total do crédito com recursos livres, considerando pessoas físicas e jurídicas, a taxa média de juros atingiu 39,6% ao ano em junho, com decréscimos de 0,3 ponto percentual (p.p) no mês e de 4,6 pontos percentuais em 12 meses.

No crédito livre, os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já no crédito direcionado, as regras são definidas pelo governo, e se destinam, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

No caso do crédito direcionado, a taxa média para pessoas físicas ficou em 10,1% ao ano em junho, aumento de 0,2 ponto percentual no mês e recuo de 1,6 ponto percentual em 12 meses. Para as empresas, a taxa subiu 0,6 ponto percentual no mês e 0,5 ponto percentual em 12 meses, para 12,4% ao ano. No total, a taxa média do crédito direcionado ficou em 10,6% ao ano no mês passado, acréscimo de 0,2 ponto percentual no mês e queda de 1,1 ponto percentual em 12 meses.

Com isso, a taxa média de juros das concessões de crédito, considerando todos os segmentos, segue desacelerando e alcançou 27,86% ao ano em junho, redução de 0,42 ponto percentual no mês e de 3,8 pontos percentuais em 12 meses. O pico dos juros aconteceu em maio do ano passado, quando chegou a 32,2% ao ano.

O comportamento dos juros bancários médios ocorre em um momento em que a taxa básica de juros da economia, a Selic, vinha sendo reduzida. A Selic é o principal instrumento do BC para controlar a inflação e, com o controle dos preços, desde agosto do ano passado, o BC cortou a Selic por sete vezes consecutivas.

Na última reunião, entretanto, com a alta recente do dólar e o aumento das incertezas econômicas, o Comitê de Política Monetária (Copom) interrompeu o corte de juros iniciado há quase um ano e manteve a taxa básica em 10,5% ao ano.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Salto da carteira

O volume das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) alcançou R$ 585,9 bilhões em junho, acréscimo de 2,4% no mês e aumento de 9,3% em 12 meses.

O estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 6,018 trilhões, um crescimento de 1,2% em relação maio e de 9,9% em 12 meses. O desempenho resultou da alta de 2,2% no estoque de crédito às empresas, que totalizou R$ 2,327 trilhões, e do aumento de 0,6% no crédito destinado às famílias, R$ 3,691 trilhões.

Já o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro, que é o crédito disponível para empresas, famílias e governos, independentemente da fonte (bancário, mercado de título ou dívida externa), alcançou R$ 17,410 trilhões, com alta de 2,2% no mês.

Os principais fatores do aumento mensal foram a elevação de 5% do saldo de empréstimos externos, de 1,7% em títulos públicos de dívida e de 1,1% nos empréstimos do SFN. Na comparação interanual, o crédito ampliado cresceu 13,6%, destacando-se elevações dos mesmos componentes de 16,6%, 12,8% e 9,5%, respectivamente.

Endividamento das famílias

Segundo o Banco Central, a inadimplência – considerados atrasos acima de 90 dias – tem se mantido estável há bastante tempo, com pequenas oscilações e registrou 3,2% em junho. Nas operações para pessoas físicas, ela está em 3,7%, e para pessoas jurídicas em 2,6%.

O endividamento das famílias – relação entre o saldo das dívidas e a renda acumulada em 12 meses – ficou em 47,5% em maio, diminuição de 0,2 ponto percentual no mês e de 1,4% em 12 meses. Com a exclusão do financiamento imobiliário, que pega um montante considerável da renda, o endividamento ficou em 29,8% no quinto mês do ano.

Já o comprometimento da renda – relação entre o valor médio para pagamento das dívidas e a renda média apurada no período – ficou em 25,7% em maio, redução de 0,4 ponto percentual na passagem do mês e de 2,2% em 12 meses.

Os dois últimos indicadores são apresentados com uma defasagem maior do mês de divulgação, pois o Banco Central usa dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Fonte: Agência Brasil

Gasolina sobe pela segunda vez em 15 dias

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Na segunda semana de julho, o valor do combustível já havia subido R$ 0,12, chegando a R$ 5,97. Agora, o aumento foi de R$ 0,16, o maior registrado no terceiro mandato de Luiz Inácio

O aumento na gasolina já era esperado devido ao reajuste anunciado pela Petrobras em 8 de julho. Na ocasião, a estatal elevou o preço da gasolina em R$ 0,20 por litro. Nos postos, o impacto foi de R$ 0,15 por litro, considerando a mistura obrigatória de etanol.

No Acre, o preço médio da gasolina é de R$ 7,24, o mais alto do país. No Amapá, o litro é vendido a R$ 5,69, o menor preço registrado.

Outros combustíveis também apresentaram variação no período: o etanol subiu 3,03%, chegando a R$ 4,08 por litro, e o diesel teve alta de 0,17%, a R$ 5,95 por litro. Quem não pode mais cozinhar por causa do preço do gás, quem não pode sair de carro pelo preço da gasolina, ou o caminhoneiro que sofre com o preço do diesel, essas pessoas precisam entender essa luta é deles. E a responsabilidade é do presidente, que joga a culpa nos outros.

Em 2022, enquanto pré-candidato à Presidência, Lula disse que a alta no preço dos combustíveis era de responsabilidade do então presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com informações do jornal O Globo, o presidente Lula já sabia do aumento do preço dos itens cinco dias antes do primeiro anúncio.

A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, avisou o petista sobre a decisão, previamente costurada com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Fonte: Revista Oeste

ahia x Internacional: veja prováveis escalações,

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Dono de uma boa campanha no Brasileirão, o Bahia vive um momento difícil na competição. São três partidas em vencer, o que deixou o torcedor na bronca pela perda da oportunidade de se firmar nas primeiras posições. Com o segundo turno em vista, a missão é voltar a conquistar três pontos neste sábado (27), às 20h, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova.

No meio de semana, o Tricolor esteve perto de amargar mais um revés, mas conseguiu buscar o empate em 1 a 1 com o Atlético Goianinense no estádio Antônio Accioly. O ponto, pela forma que foi conquistado, pode servir de motivação para o grupo, de acordo com o técnico Rogério Ceni.

“Analisando como resultado, a gente gostaria de sair vitorioso, mas dentro da circunstância pode ser um ponto que traga essa confiança contra o Internacional, na noite de sábado”, declarou o treinador.

O Bahia vai contar com a volta de Caio Alexandre, que estava suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Por outro lado, não terá o zagueiro Cuesta e o volante Rezende, suspensos. Também estão fora o zagueiro Kanu, o lateral Cicinho e o atacante Biel, lesionados.

INTERNACIONAL

O Inter vive uma grande crise na temporada. Após grandes reforços, o Colorado não engrenou e vive uma sequência de nove partidas sem vencer.

Comandado por Roger Machado, o time não vai ter o meia Alan Patrick, que lesionou o joelho. A grande novidade pode ser o jovem Gabriel Carvalho, de 16 anos, no meio de campo.

FICHA TÉCNICA
Bahia x Internacional
Campeonato Brasileiro – 20ª rodada
Local: Casa de Apostas Arena Fonte Nova
Data: 27/07/2023
Horário: 20h
Árbitro: Matheus Delgado Candançan (SP)
Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Gustavo Rodrigues de Oliveira (ambos de SP)
VAR: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Transmissão: SporTV, Premiere

Bahia: Marcos Felipe; Arias, Gabriel Xavier, David Duarte e Luciano Juba, Caio Alexandre, De Pena, Cauly e Everton Ribeiro; Thaciano e Everaldo. Técnico: Rogério Ceni.