Aprovações de R$ 196 bi ajudaram Brasil a subir no ranking do Iedi, diz presidente do BNDES

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, divulgou nota nesta terça-feira, 8, informando que o Brasil passou da 45ª para a 25ª posição no ranking da indústria da transformação no mundo, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Segundo ele, essa evolução já é resultado do esforço do governo Lula para neoindustrializar o País.

“Em dois anos, no BNDES, já aprovamos mais de R$ 196 bilhões em 145,5 mil operações em crédito na NIB (Nova Indústria Brasileira), mais de 70% do total previsto para o programa até o fim do governo”, disse Mercadante em nota. “Além disso, em 2024, as aprovações de crédito do BNDES para a indústria superaram as aprovações para o agronegócio, fato que não acontecia desde 2017 e que indicam a melhoria na qualidade do crédito disponibilizado pelo BNDES”, acrescentou.

Segundo ele, as aprovações de crédito do banco para micro, pequenas e médias empresas, incluindo a indústria, bateram recorde no ano passado.

“Tivemos ainda aprovações recorde para a indústria de fármacos, o maior valor de aprovações de crédito para o setor automotivo desde 2017, o maior volume de aprovações de crédito para exportações desde 2014 e o segundo maior volume de crédito aprovado para biocombustíveis da história do BNDES, só para ficar em alguns exemplos”, destacou Mercadante.

Para ele, o avanço foi possível graças a instrumentos fundamentais para impulsionar o crédito, como o Fundo Clima e a adoção da taxa TR para inovação, “que dão maior competitividade para a nossa indústria”, afirmou, informando que no ano passado o banco captou de forma inédita R$ 9,8 bilhões em Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCD), mais um instrumento específico para financiar a indústria.

Mercadante disse ainda que o BNDES tem sido decisivo para a retomada do setor industrial brasileiro, e será ainda mais importante neste momento de grandes desafios com o novo cenário geopolítico de guerra comercial. “Há riscos importantes para setores da indústria, mas também uma janela de oportunidades. A diplomacia presidencial de Lula está contribuindo para a retomada de parcerias e para a abertura de novas fronteiras. O G20, a COP30, os Brics e a recente agenda presidencial no Japão e no Vietnã são demonstrações importantes de novas oportunidades para a indústria”, avaliou.

 

Denise Luna, Estadão Conteúdo

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