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Oito cidades baianas estão sob alerta de chuvas intensas, diz Inmet

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Oito municípios do extremo oeste da Bahia estão sob alerta amarelo de chuvas intensas. O aviso foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), na manhã deste domingo (9), e tem previsão de permanecer até às 10 horas de segunda-feira (10).

Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos intensos, de até 60 km/h. O risco é baixo para corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

As cidades baianas incluídas no alerta são: Barreiras, Cocos, Correntina, Formosa do Rio Preto, Jaborandi, Luís Eduardo Magalhães, Riachão das Neves e São Desidério.

Bahia atropela o Colo-Colo com direito a hat-trick de Lucho Rodríguez

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O Bahia atropelou o Colo Colo por 6 a 0 neste domingo (9), na Fonte Nova, pela 7ª rodada do Campeonato Baiano.

O uruguaio Lucho Rodríguez marcou três vezes para o Esquadrão. Kanu balançou as redes duas vezes, e Willian José ajudou a fechar o placar.

Com o resultado, o Tricolor chega a 12 pontos, na segunda posição na tabela. Já o Colo Colo, que soma apenas três, ocupa a lanterna do Estadual.

Agora, a equipe comandada por Rogério Ceni mira as atenções para a Copa do Nordeste. Na quarta (12), recebe o América-RN, na Fonte Nova, às 19h.

O Auto da Compadecida 2 chega à marca de 4 milhões de espectadores

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Em cartaz há pouco mais de dois meses, “O Auto da Compadecida 2” (2024) superou a marca de quatro milhões de espectadores nos cinemas brasileiros. Dirigido por Guel Arraes e Flavia Lacerda, o longa-metragem estrelado por Selton Mello e Matheus Nachtergaele é um sucesso de bilheteria e já superou o desempenho do longa original, que levou 2,1 milhões de pessoas às salas no ano 2000.

Com a marca, o filme se torna a segunda maior bilheteria nacional desde a pandemia. No momento, o filme está atrás apenas de “Ainda estou aqui”, drama de Walter Salles que levou até agora 4,16 milhões de pessoas aos cinemas.

“O Auto da Compadecida 2” se passa 25 anos após o filme original e mostra como o tempo mudou a cidade de Taperoá.O elenco conta ainda com Taís Araújo, Eduardo Sterblitch, Humberto Martins, Fabiula Nascimento, Luis Miranda e Luellem de Castro.

Ex-Vitória, goleiro Caíque é alvo de racismo em SC: ‘Tenho orgulho de ser preto’

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O goleiro Caíque, do Criciúma e ex-Vitória, registrou boletim de ocorrência após ter sido chamado de “macaco” por um torcedor do Brusque, sábado (8), em jogo da oitava rodada do Campeonato Catarinense. O jogo foi disputado no estádio Augusto Bauer.

De acordo com a Polícia Militar, o autor da injúria já foi identificado, preso em flagrante e conduzido à delegacia.

“Me chamar de frangueiro, beleza. Me chamar de macaco, eu não admito. Tenho orgulho de ser preto”, relatou o goleiro Carvoeiro após a partida.

O Criciúma emitiu uma nota de repudio contra o episódio. O Brusque também se manifestou e lamentou o caso. “O Brusque repudia, de forma veemente, a prática do racismo, assim como a prática de qualquer outra forma de discriminação, que não podem ser toleradas no esporte ou em qualquer outro espaço da sociedade”, diz trecho do comunicado.

Papa Francisco tem falta de ar e não consegue terminar leitura em cerimônia; assista

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O papa Francisco interrompeu uma leitura após sentir falta de ar durante uma celebração neste domingo (9), no Vaticano. “Peço desculpas e peço que o mestre de cerimônias continue a leitura devido à dificuldade de respirar”, disse o religioso, apontando para o próprio peito. Ele entregou os papéis ao arcebispo Diego Ravelli, que continuou a celebração.

A cerimônia fazia parte das celebrações do jubileu da Igreja Católica. Cerca de 30 mil militares estavam na praça de São Pedro, segundo a agência de notícias Ansa.

Francisco pregava sobre a “necessidade de sempre defender a vida”. Ele também falou a respeito da necessidade de “parar de cultivar o espírito de guerra”.

Esta é a segunda vez na mesma semana em que o Papa precisa de ajuda para finalizar um discurso. Na quarta-feira (5), ele disse: “Quero pedir desculpas, pois com essa forte gripe que me assolou estou com dificuldade de falar”.

O pontífice sofre com um quadro de bronquite, segundo a Santa Sé. Em 2023, ele foi hospitalizado três vezes com quadros da mesma doença. Na juventude, o Papa precisou tirar um pedaço do pulmão devido a uma doença respiratória.

Bahia avança na implementação da Lei do Celular nas escolas estaduais

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O Governo do Estado estabeleceu uma série de ações para garantir a implementação eficaz da Lei do Celular nas escolas. Em reunião realizada, neste sábado (8), entre o governador Jerônimo Rodrigues, a secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, e representantes dos 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTEs), ficou definido que, até o dia 10 de fevereiro, as unidades escolares deverão entregar um comunicado padronizado aos responsáveis, instalar placas e distribuir panfletos informativos sobre a legislação.

As escolas também deverão distribuir cartilhas às famílias até o dia 14 de fevereiro e realizar reuniões com o colegiado, estudantes e familiares para discutir a aplicação da lei até a mesma data. A comunicação com as famílias será intensificada de forma contínua, buscando fortalecer o vínculo entre escola e lar.

Serão promovidos espaços de sociabilidade para envolver ainda mais a comunidade escolar. Para orientar sobre o uso de dispositivos móveis, um documento estará disponível no site oficial da Secretaria da Educação: www.educacao.ba.gov.br.

Os aparelhos serão permitidos nas atividades pedagógicas sob orientação de profissionais de educação na sala de aula ou nos intervalos entre aulas. Também em situações que envolvam perigo e por motivo de força maior para rápida resolução de problemas, na garantia da acessibilidade e inclusão e no gerenciamento de situações de saúde.

O conjunto de orientações e procedimentos deve ser seguido por todas as escolas da rede estadual. O objetivo é garantir que as unidades de ensino tenham clareza sobre a aplicação da lei e possam fazer ajustes de acordo com a realidade de cada instituição.

O encontro, realizado no Centro de Operações e Inteligência (COI), em Salvador, teve como um dos pontos centrais a implementação da Lei 15.100, de 13 de janeiro de 2025, que dispõe sobre a restrição do uso de dispositivos móveis nas unidades escolares. A discussão da “Lei do Celular” nas escolas baianas teve como objetivo debater as diretrizes para salvaguardar a saúde mental, física e psíquica das crianças e adolescentes e fortalecer interações sociais saudáveis entre os estudantes.

Foram abordadas diferentes perspectivas sobre o uso de celulares dentro das escolas, com foco em equilibrar a tecnologia como ferramenta pedagógica e a necessidade de manter o ambiente escolar livre de distrações. A lei estabelece normas específicas para o uso de dispositivos móveis, buscando garantir que eles sejam utilizados de maneira construtiva no processo de aprendizagem, sem prejudicar a concentração dos alunos.

“Nós sabemos o quanto o celular é importante, mas a família também é muito importante, a educação é muito importante. Então, vou pedir ajuda às famílias para a gente poder ordenar o uso do celular, para não ficarmos com aquela criançada o tempo inteiro ali, desatenciosa da escola, dos amigos. Então, vamos tentar combinar”, destacou o governador Jerônimo Rodrigues.

“Acredito que vamos conseguir usar a tecnologia de forma mais consciente e responsável, sem perder a essência da convivência e do aprendizado. Será um desafio no começo, mas, com o tempo, veremos que essa medida vai nos ajudar a melhorar a concentração, promover mais interação entre os alunos e tornar as aulas mais produtivas”, destacou a gestora do Núcleo de Bom Jesus da Lapa, professora Aline Lopes.

A secretária Rowenna Brito reforçou a importância da medida para garantir a qualidade da educação no ano de 2025: “A implementação da lei sobre o uso de dispositivos móveis, sejam celulares ou outros correlatos, é fundamental para definirmos como utilizá-los na escola de forma pedagógica”.

Repórter: Joci Santana/GOVBA

Luiz Bacci admite mágoa após demissão da Record: ‘Não teve conversa’

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Luiz Bacci da Record contou ter ficado triste pelo fato de como se deu sua saída da Record, no dia 17 de janeiro, logo após ele terminar de apresentar sua última edição do Cidade Alerta. O apresentador disse não ter tido nem mesmo a chance de se despedir do público que o acompanhou na emissora ao longo de 17 anos. “Não teve conversa”, disse ele neste domingo (9), em participação noo Domingo Legal (SBT).

Bacci, por outro lado, afirmou que já vinha pensando em se afastar da TV ou ao menos reduzir suas horas de trabalho. “Da pandemia pra cá, muita coisa mudou na minha cabeça. Comecei a sentir o peso de ter começado muito cedo. Vi que muitas pessoas que eu amava foram embora sem que eu pudesse ter curtido-as como eu gostaria. Foi o caso dos meus avós, e eu não consegui ver meus sobrinhos crescerem, não tinha feriado. Também não curtia muito a vida, só viajava de fim de semana, era pra ficar horas num lugar e voltar. Aí comecei a falar ‘preciso dar um jeito na minha vida’”, afirmou.

“Eu queria reduzir a minha carga de trabalho. Me preparei pra investir no Instagran, que hoje é meu carro-chefe, acima da televisão inclusive. Em outubro de 2024 mandei mensagem [para a direção da Record] e falei que precisava conversar sobre meus planos para o ano que vem. E a Record não me chamou pra conversar depois da mensagem de outubro”, relatou ele.

“STF Fashion“: Corte já encomendou 100 gravatas institucionais

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O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou a criação de gravatas e lenços com estampas temáticas da Corte. Desde o anúncio, na quinta-feira (6), o Supremo já encomendou 100 peças das gravatas institucionais. O custo de cada uma é de R$ 384. Sendo assim, o valor total desembolsado até o momento é de, aproximadamente, R$ 38 mil.

Ao comentar sobre o lançamento, o presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso, brincou: “Faço apenas um registro. O novo departamento é o STF Fashion”. De acordo com ele, os itens serão dados como presentes para autoridades.

De acordo com informações da Corte, os itens ainda não foram disponibilizados para compra, mas poderão ser adquiridos na loja oficial do Supremo Tribunal Federal em breve. A loja do Supremo vende livros, porta canecas, canetas, cadernos e chaveiros.

Quem já possui os acessórios, até agora, são os ministros que integram o Supremo e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. “Nós recebemos muitas visitas ou visitamos muitos lugares em que as pessoas nos dão presentes. E, portanto, foi uma forma que encontramos, gentil, de retribuir os presentes que recebemos. A gravata tem o símbolo do STF”, afirmou Barroso.

Pesquisa aponta 53% de aprovação para governo Trump nos EUA

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conta com 53% de aprovação da população americana, de acordo com uma pesquisa divulgada neste domingo (9) pela rede CBS News. Outros 47% dos entrevistados desaprovam sua gestão.

Realizado em parceria com a YouGov, o levantamento divulgou apenas os percentuais absolutos, sem detalhar o número de entrevistados indecisos ou que não responderam.

A pesquisa também avaliou a opinião pública sobre temas específicos. A política de deportação de imigrantes ilegais tem 59% de aprovação e 41% de rejeição. Já a condução de Trump no conflito entre Israel e o Hamas é aprovada por 54% dos entrevistados, enquanto 46% desaprovam. No entanto, apenas 13% apoiam a sugestão do presidente de anexação da Faixa de Gaza, enquanto 47% consideram a ideia ruim e 40% não têm opinião formada ou afirmam que depende.

O levantamento ouviu 2.175 adultos entre os dias 5 e 7 de fevereiro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Consumidor já tira produto do carrinho de supermercado para driblar inflação

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A ideia sugerida por Lula em uma entrevista na quinta-feira (6), quando instou os brasileiros a evitarem comprar produtos caros nos supermercados para ajudar a conter a inflação, parece ter chegado com atraso. Na prática, os brasileiros já começaram a recuar no consumo de alguns itens para tentar escapar da carestia.

O freio na demanda faz parte de uma série de mudanças no comportamento do consumidor que tradicionalmente acontecem nos períodos inflacionários: redução da compra de itens que são protagonistas da cesta básica, moderação nos artigos considerados mimos supérfluos e até um racionamento nos produtos de higiene e limpeza.

Tais movimentos já aparecem em um levantamento realizado nos primeiros 21 dias de janeiro pela empresa de pesquisa de mercado Varejo 360, que monitora tendências de consumidores nos pontos de venda.

A média de unidades de leite UHT compradas por cliente caiu aproximadamente 4,5% no período, se comparado ao mesmo intervalo de 2024. A compra do café torrado e moído, por sua vez, recuou cerca de 2,5% por consumidor, conforme a pesquisa.

Embora o preço do café tenha subido mais do que o do leite, a proporção da queda em seu volume de compras parece menor em janeiro. Isso acontece porque a disparada no preço do cafezinho já havia começado a espantar o consumidor desde o ano passado, um movimento que também acontecera com o azeite meses antes.

O mesmo acontece com alguns produtos que são conhecidos no varejo como pequenas indulgências. O chocolate registra queda superior a 5% em unidades compradas neste início de ano, assim como os biscoitos, que recuaram 3,7% no carrinho. O leite condensado e o creme de leite caíram em torno de 2,5% em unidades.

O que chama a atenção é a categoria de produtos de limpeza. Embora não tenham sofrido aumento de preço significativo, alguns itens como o lava-roupas líquido ou em pó também apresentam uma leve variação negativa no volume de compras por consumidor. Foi também o caso dos produtos de higiene pessoal, como os sabonetes líquido ou em barra (-2%) e os desodorantes (-0,6%).

Para Fernando Faro, diretor da Varejo 360, isso significa que os preços dos produtos da cesta de alimentos estão pressionando estas outras categorias. O cenário indica que as indústrias de limpeza e perfumaria podem ter dificuldade maior em repassar aumento de custos, porque mesmo sem elevar os valores, já estão sentindo resistência do consumidor.

“As pessoas estão tendo que fazer escolhas e estão priorizando a alimentação. Para garantir a xícara do café, que está muito caro, elas estão abrindo mão de outra coisa. O cobertor está curto. Estamos falando de classe média para baixo, principalmente baixa renda, que é o consumidor que tende a replicar esse movimento”, diz Faro.

Outra mudança típica de tempos inflacionários, a troca de marcas mais caras por outras mais em conta já começou a aparecer desde o último trimestre do ano passado, segundo Ricardo Cobacho, diretor do GoodBom, rede de supermercados do interior de SP.

“Quando isso acontece, nós, do lado do varejista, também sentimos uma perda de margem, porque não conseguimos repassar os aumentos que vêm da indústria. E agora, com o reajuste do diesel, vamos ter dificuldades”, afirma Cobacho.

Uma das tendências do consumidor que está mais sensível aos preços é abandonar os produtos de fabricantes que representam algum status –as chamadas marcas aspiracionais– e partir para aqueles conhecidos como marcas próprias, que são linhas de mercadorias das redes de varejistas, geralmente com preços mais baratos.

Em janeiro, os itens de marcas próprias registraram crescimento total em torno de 20% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo Antônio Sá, sócio da Amicci, empresa que desenvolve esse tipo de produto.

Para Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, o processo de adaptação do consumidor ao cenário inflacionário é gradual. Segundo ele, também é possível observar um fracionamento das compras, postergando a aquisição de alguns itens.

“Ele pode levar um café melhor para servir no domingo e outro para o dia a dia. Conforme a programação mensal do orçamento, se vai aparecer um bico, uma renda extra, ele vai jogando com uma lógica de ponderar as contas. No caso dos produtos de limpeza, pode ter uma diluição. Aquele sabão que durava dez lavagens passa a durar 12”, diz Meirelles.

Segundo José Rafael Vasquez, CEO do Sam’s Club e Carrefour Varejo, desde o ano passado, já é possível perceber uma crescente busca por marca própria nas lojas. “Notamos uma mudança no perfil de consumo, com os clientes priorizando itens essenciais e produtos de menor custo, o que reflete a adaptação à situação econômica atual. Essa estratégia de oferecer opções mais econômicas e de qualidade tem se mostrado eficaz, especialmente em regiões com maior concentração de consumidores de classe média e baixa”, afirma.

Para a companhia, o caso das indulgências alimentares, de higiene e beleza ainda não trouxe impacto tão significativo, mas já se observa uma redução na compra de outra categoria vendida nas grandes redes, que são os bens semiduráveis, como TVs e linha branca, principalmente no começo do ano. “Isso reflete claramente essa mudança no comportamento do consumidor, que tem buscado maior equilíbrio no orçamento familiar”, diz.

 

Joana Cunha, Folhapress