Home Blog Page 546

Trump nomeia Musk para liderar Departamento de Eficiência Governamental

0

 

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na terça-feira (12) a nomeação do bilionário Elon Musk e do empreendedor Vivek Ramaswamy para liderarem o novo Departamento de Eficiência Governamental. A missão da nova pasta será desmantelar a burocracia federal, eliminar regulamentações excessivas, reduzir gastos desnecessários e reestruturar as agências do governo. A iniciativa é parte do compromisso de Trump com a promessa de “enxugar” o governo, que inclui cortes substanciais em programas de benefícios populares e uma auditoria financeira e de desempenho no governo.

Trump, que abordou o tema durante sua campanha, detalhou que o grupo trabalhará em parceria com o Escritório de Gestão e Orçamento da Casa Branca, com o objetivo de concluir as reformas até 4 de julho de 2026 — o 250º aniversário da independência dos Estados Unidos. O bilionário Elon Musk, em um discurso no Madison Square Garden no mês passado, previu que poderia reduzir pelo menos US$ 2 trilhões do orçamento federal, embora esse valor ultrapasse o total anual de gastos do Congresso com as agências governamentais, incluindo a defesa.

Esses cortes podem implicar em uma grande reestruturação de programas como Previdência Social, Medicare, Medicaid e benefícios para veteranos, áreas que representam grande parte dos gastos federais. O governo dos EUA gastou mais de US$ 6,75 trilhões no último ano fiscal, com mais de US$ 5,3 trilhões sendo destinados a esses setores, que são politicamente sensíveis e difíceis de cortar sem oposição significativa no Congresso.

Musk, em um comunicado, alertou que a iniciativa terá “ondas de choque no sistema”, impactando negativamente aqueles envolvidos em práticas de desperdício governamental. “Isso vai afetar muita gente”, disse o bilionário, que assumirá a missão de reduzir custos e otimizar a gestão pública no governo federal.

Projeto de ampliação das cotas em concursos federais avança na câmara

0

 

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (13), o requerimento de urgência para o projeto que prorroga por 10 anos a Lei de Cotas e amplia a reserva de vagas em concursos federais de 20% para 30%. A medida, destinada a pessoas negras, indígenas e quilombolas, teve o apoio de 272 deputados, enquanto 140 votaram contra.

Aprovada em caráter de urgência, o projeto seguirá diretamente para votação no plenário, sem a necessidade de passar por comissões. A expectativa é de que o mérito do texto seja discutido ainda hoje ou no início da próxima semana. Caso aprovado, a cota poderá incluir outros grupos minoritários além dos já contemplados.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, têm apoiado a proposta, destacando sua importância para promover a inclusão social.

Governo Lula não pretende interferir em debate sobre escala 6×1

0

 

O governo Lula não pretende se envolver diretamente na discussão sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil, mas também não vai se mobilizar para desestimular a proposta.

“Tem que deixar ter o debate. Até semana passada nem esse debate existia, mesmo a PEC estando lá desde 2019. De repente, tomou conta das redes e da imprensa”, disse, por mensagem, um ministro que integra o núcleo do governo à Folha de S. Paulo para a coluna de Mônica Bergamo.

O deputado federal Reginaldo Lopes, responsável pela apresentação da PEC, também disse à Folha que acredita que agora “o Brasil está preparado para essa redução”, desde que não traga custos e não eleve a inflação.

O parlamentar afirma que sua proposta é para uma redução gradual. A ideia é que a jornada diminuiria uma ou duas horas semanais por ano, fazendo uma transição em oito ou quatro anos. O ideal, segundo ele, é conseguir que essa transição ocorra em até oito anos, acompanhando o período de transição da reforma tributária, que será integralmente aplicada em 2033.

Ministros do STF são retirados de prédio às pressas após explosões em Brasília

0

 

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) foram retirados às pressas da corte na noite desta quarta-feira (13), após explosões serem ouvidas nas imediações do prédio.

Os servidores e colaboradores do STF também foram tirados do prédio do STF. A segurança da Corte acompanha o caso para esclarecimento dos fatos, informou a assessoria de comunicação, por meio de nota.

Um carro com sinais de explosão foi encontrado no Anexo IV da Câmara dos Deputado. Também há um corpo nas imediações. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.

Em nota, a assessoria de imprensa do STF informou que, ao final da sessão desta quarta-feira (13), dois fortes estrondos foram ouvidos e os ministros foram retirados do prédio em segurança.

“Os servidores e colaboradores do edifício-sede foram retirados por medida de cautela. Mais informações sobre as investigações devem aguardar o desenrolar dos fatos. A Segurança do STF colabora com as autoridades policiais do DF”, completa a nota.

Explosões na Praça dos 3 Poderes deixam uma pessoa morta

0

 

Fortes explosões nas proximidades do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), na noite desta quarta-feira (13) deixou uma pessoa morta.

De acordo com o portal Metrópoles, relatos de pessoas que estavam no local dão conta de que foram ouvidas fortes explosões em diferentes pontos da Praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios. A situação ocorreu por volta das 19h30.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal atua, neste momento, no atendimento a um carro carregado de fogos de artifício que explodiu no estacionamento do Anexo IV da Câmara dos Deputados.

Em nota, a assessoria de imprensa do STF informou que, ao final da sessão desta quarta-feira (13), dois fortes estrondos foram ouvidos e os ministros foram retirados do prédio em segurança.

“Os servidores e colaboradores do edifício-sede foram retirados por medida de cautela. Mais informações sobre as investigações devem aguardar o desenrolar dos fatos. A Segurança do STF colabora com as autoridades policiais do DF”, completa a nota.

STJ julga autorização para cultivo de cannabis medicinal nesta quarta

0

 

A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai julgar, nesta quarta-feira (13), um caso sobre a possibilidade de cultivar a planta Cannabis sativa para fins medicinais.

O julgamento vai decidir se é permitido importar sementes e cultivar variedades com baixo teor de THC (substância psicoativa da maconha), para a produção de medicamentos ou uso industrial.

As baixas quantidades de THC em certas variedades de cannabis impedem seu uso como droga recreativa. No entanto, elas podem ser aproveitadas para fins terapêuticos, pois contêm altas concentrações de CBD (canabidiol), uma substância que não causa dependência e pode ser utilizada na produção de medicamentos e outros produtos. O CBD pode ser utilizado no tratamento de doenças como câncer, Alzheimer, epilepsia e Parkinson.

O caso em análise pelo STJ envolve um pedido para importar a variedade da planta conhecida como cânhamo industrial.A decisão que for tomada será válida para juízes e tribunais em todo o Brasil. Até que o caso seja resolvido, todos os processos relacionados a esse tema no Judiciário estão suspensos.

Senado analisa nesta quarta projeto que regulamenta emendas parlamentares

0

 

O Senado Federal deve analisar nesta quarta-feira (13) projeto de lei complementar que cria novas regras para a divisão e pagamento de emendas parlamentares. Na última semana a proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados. As mudanças propostas afetam as emendas de bancada, emendas e comissão e ainda as emendas individuais.

A elaboração da proposta envolveu negociações entre o Congresso, a Casa Civil, a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Supremo Tribunal Federal (STF) e estabelece regras para garantir transparência e rastreabilidade no pagamento dos valores.

Na Câmara, o relator foi o deputado Elmar Nascimento (União), que fez alterações no texto original, feito pelo vice-líder do governo, Rubens Pereira Jr. (PT-MA). No Senado, o relator será o senador Angelo Coronel (PSD-BA).

Mega da Virada: Aposta já pode ser feita; prêmio deve ser de R$ 600 milhões

0

 

A Caixa Econômica Federal informou na segunda-feira, 11/11, que a Mega da Virada deverá pagar R$ 600 milhões para quem acertar as seis dezenas do sorteio. Será o maior prêmio de toda da história da modalidade.

Diferentemente da Mega Sena convencional, o prêmio especial da Mega da Virada não acumula. Por isso, se ninguém acertar os seis números na faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores de cinco números e assim por diante.

De acordo com a Caixa, considerando todas as faixas de premiação da Mega da Virada, a premiação total aos ganhadores de todas as faixas pode superar R$ 1 bilhão.

O banco calcula que se um apostador ganhar todo o prêmio e aplicar na poupança “receberá aproximadamente R$ 3,4 milhões no primeiro mês de rendimento. O dinheiro total do prêmio permite ao ganhador se hospedar por mais de dois anos no hotel mais caro do mundo, que cobra R$ 750 mil em cada diária. O ganhador do prêmio principal pode também comprar aproximadamente 1.430 carros superesportivos de 420 mil“, diz em nota.

As apostas podem ser feitas nas lotéricas ou no site e aplicativo da Caixa. O bilhete simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Fonte: Agência Brasil

Salário mínimo deve ficar maior e pode superar R$ 1.520 em 2025 com inflação mais alta

0

 

Antes mesmo de fechar um pacote para conter o crescimento dos gastos obrigatórios, o governo já tem nova pressão para acomodar no já apertado Orçamento de 2025: o impacto do avanço da inflação no reajuste do salário mínimo e dos benefícios previdenciários e sociais. A informação é de uma matéria do Jornal O Globo.

Cálculos da XP Investimentos obtidos pelo O Globo apontam que o salário mínimo deve chegar a R$ 1.524 em 2025. Para o trabalhador, isso representa R$ 15 a mais do que o valor previsto no Orçamento, de R$ 1.509. O impacto para as contas públicas, porém, é muito maior: esse reajuste vai representar um gasto extra de R$ 13,3 bilhões, além do que estava previsto no Orçamento proposto pelo governo, o que deve dificultar ainda mais o cumprimento da meta fiscal zero.

A reportagem do Globo aponta que a diferença reside na variação considerada para o INPC, índice que calcula a inflação para famílias de renda mais baixa e é utilizado como referência para o reajuste do mínimo e de benefícios que superam o valor do piso nacional. Na apresentação do Orçamento, em agosto, o governo considerava que o INPC nos 12 meses acumulados até novembro (data considerada para atualizar o mínimo) seria de 3,82%. Mas a XP estima agora que deve chegar a 4,9%, conforme o relatório assinado pelos economistas Alexandre Maluf e Tiago Sbardelotto.

O valor fechado do salário mínimo só é sacramentado, portanto, em dezembro, quando saem os dados oficiais do IBGE e o presidente da República assina um decreto com o valor. Para o ano fechado a previsão para o INPC era de 3,65% na peça orçamentária e a projeção mais recente da instituição financeira é de 5,0%. De agosto para cá, houve pressão nos custos de energia e alimentos, principalmente. O governo deve atualizar na semana que vem os parâmetros orçamentários, acrescenta O Globo.

Hoje, o salário mínimo está em R$ 1.412. No ano passado, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva retomou a política de reajustes acima da inflação para o piso nacional, que havia sido encerrada na gestão de Jair Bolsonaro. Ela prevê, anualmente, além da recuperação do poder de compra, um ganho real referente à variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Em 2023, houve crescimento de 2,9%.

Ainda segundo o Globo, por isso, antes mesmo do impacto da inflação mais salgada, o valor do mínimo já gerava preocupação em relação às contas públicas. Como o piso nacional é referência para o reajuste de diversos benefícios sociais e previdenciários, como a aposentadoria, o seguro-desemprego, o abono salarial e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), seu reajuste gera um efeito cascata nos gastos obrigatórios do governo — que vêm crescendo a um ritmo maior do que o limite de gastos do arcabouço fiscal (2,5% acima da inflação).

A desindexação de benefícios previdenciários e sociais ao mínimo era uma das opções no cardápio da equipe econômica para conter o crescimento das despesas e dar sustentabilidade ao arcabouço fiscal, mas é uma proposta com pouca viabilidade de avançar diante das resistências de Lula. Outra opção que foi levada ao presidente foi limitar o crescimento real do salário mínimo a 2,5% acima da inflação. Sbardelotto explica, contudo, que o impacto de R$ 13,3 bilhões não deve estourar o teto do arcabouço fiscal, uma vez que a lei possibilita que o governo abra um espaço adicional em caso de a inflação do fim do ano superar a estimada no Orçamento. Dadas as projeções de inflação, essa folga seria de R$ 14,5 bilhões, finaliza a reportagem do periódico.

Alta de preços foi maior para famílias com baixa renda, aponta Ipea

0

 

A inflação acelerou em outubro para quase todas as faixas de renda, na comparação com o mês de setembro. A exceção foi para as famílias de renda alta. Para os domicílios com renda muito baixa, a taxa de inflação avançou de 0,58%, em setembro, para 0,75%, em outubro, enquanto as famílias de renda mais alta passaram de 0,33% para 0,27% no mesmo período.

Segundo matéria da Agência Brasil, os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A faixa de renda baixa é a que registrou a maior alta inflacionária no acumulado do ano (4,17%), enquanto o segmento de renda alta tem a taxa menos elevada (3,20%). Já no acumulado em 12 meses, as famílias de renda alta apresentam a menor taxa de inflação (4,44%), ao passo que a faixa de renda muito baixa aponta a taxa mais elevada (4,99%).

“Embora os grupos alimentos e bebidas e habitação tenham sido os principais pontos de descompressão inflacionária para todos os estratos de renda, o impacto de alta, vindo destes dois segmentos foi proporcionalmente mais forte nas classes de rendas mais baixas, dado o maior percentual do gasto com esses bens e serviços no orçamento dessas famílias.”

Mesmo com as deflações registradas em diversos alimentos in natura, como tubérculos (-2,5%), hortaliças (-1,4%) e frutas (-1,1%), os impactos da forte alta das carnes (5,8%), do frango (1,0%) e do leite (2,0%), além dos reajustes do óleo de soja (5,1%) e do café (4,0%), explicam a contribuição positiva desses grupos à inflação de outubro.

“Já o baixo nível dos reservatórios fez com que fosse adotada a bandeira vermelha patamar 2 nas tarifas de energia elétrica em outubro, gerando um reajuste de 4,7% e contribuindo para a pressão do grupo habitação”, diz a nota do Ipea.

Em contrapartida, houve melhora no desempenho do grupo Transportes, refletida principalmente pelas quedas das tarifas de transporte público, como ônibus urbano (-3,5%), trem (-4,8%) e metrô (-4,6%), além da deflação de 0,17% dos combustíveis. Com isso, houve um alívio inflacionário para todas as classes em outubro.

As famílias de renda alta sentiram uma descompressão inflacionária ainda mais forte da inflação dada a queda de 11,5% das passagens aéreas e de 1,5% no transporte por aplicativo, anulando, inclusive, a pressão exercida pelo grupo despesas pessoais, refletindo, especialmente, os reajustes de 1,4% dos serviços de recreação e lazer.