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Seleção Brasileira terá camisa vermelha inédita para a Copa de 2026, diz site

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Enquanto busca um novo treinador para a sequência das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira pode apresentar uma novidade histórica em seu uniforme. Segundo informações do portal Footy Headlines, o Brasil terá uma camisa vermelha como segundo uniforme para o próximo Mundial.

De acordo com o site, famoso por antecipar lançamentos de camisas de futebol, a tradicional “amarelinha” seguirá como uniforme principal, e a nova peça vermelha substituirá o habitual azul, cor secundária da seleção desde a Copa do Mundo de 1958.

Além da mudança na cor, o uniforme deve trazer outra novidade: a substituição da marca Nike pela Jordan, linha esportiva ligada à icônica figura de Michael Jordan.

A Nike, fornecedora dos uniformes da Seleção Brasileira desde 1996, já vestiu o time em outras cores fora do padrão, como o branco, em 2019, e o preto, em uma campanha contra o racismo.

Caso a mudança seja confirmada, será a primeira vez que a seleção usará o vermelho como cor oficial em um torneio mundial.

Modelo vazado:

Foto: Reprodução/Footy Headlines

Globo admite queda de audiência do BBB25 e culpa novela das 21h

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A Globo comentou a baixa audiência do Big Brother Brasil 25, que teve a final menos assistida da história do programa. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o diretor-geral da emissora, Amauri Soares, reconheceu que a edição teve menos público do que o esperado e disse que um dos motivos foi o fraco desempenho da novela Mania de Você, exibida antes do reality.

Segundo Soares, a novela das 21h, escrita por João Emanuel Carneiro, não teve bons índices de audiência, o que acabou prejudicando o BBB, já que o programa começa logo depois. “O Big Brother recebia uma audiência menor da novela do que na edição passada. Em TV aberta, isso afeta”, afirmou.

Apesar da queda, o diretor reforçou que o BBB continua sendo um sucesso para os anunciantes e muito comentado nas redes sociais. Ele destacou que, em alguns momentos, o reality chegou a representar 90% dos assuntos sobre TV no Brasil nas redes.

Cardeal condenado à prisão desiste de participar do conclave, diz imprensa italiana

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O cardeal italiano Giovanni Angelo Becciu, condenado por peculato e destituído dos direitos ligados ao cardinalato, decidiu não participar do conclave que escolherá o novo papa. A informação foi divulgada pela imprensa italiana nesta segunda-feira (28). A decisão ocorre dias após Becciu ter gerado polêmica ao pressionar o Vaticano para ser admitido na votação.

Becciu renunciou aos direitos vinculados ao cargo em 2020, no contexto de uma investigação sobre a compra irregular de um imóvel de luxo em Londres. Na época, o Vaticano informou que o papa Francisco havia aceitado a renúncia. Segundo as investigações, o Vaticano gastou mais de US$ 200 milhões na aquisição, valor que, conforme a BBC, deveria ter sido destinado a obras de caridade.

Responsável pela assinatura do acordo em 2014, quando chefiava o gabinete do papa, Becciu também é acusado de ter desviado recursos para beneficiar a diocese de sua cidade natal, na Sardenha, favorecendo familiares. Em dezembro de 2023, o Tribunal do Vaticano condenou o cardeal a cinco anos e seis meses de prisão, além da inabilitação vitalícia para ocupar cargos públicos, pelos crimes de peculato e abuso de poder. Apesar da sentença, Becciu recorreu e permanece em liberdade.

Após a morte do pontífice, Becciu viajou a Roma com a intenção de participar do conclave, alegando que o papa teria lhe garantido direitos vitalícios como cardeal. No entanto, o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado de Francisco, entregou-lhe dois documentos assinados pelo papa argentino — um de 2023 e outro do mês passado —, confirmando sua exclusão do processo, segundo o jornal Domani. Parolin também teria apresentado os documentos aos demais cardeais reunidos para organizar o conclave.

Léo Santana grava novo clipe sem camisa em comunidade de Salvador e agita fãs: Que homem

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Léo Santana movimentou as redes sociais ao compartilhar um vídeo em que aparece sem camisa, durante a gravação de um novo clipe em uma comunidade de Salvador. Nas imagens, o cantor interage com moradores, sorri e acena, acompanhado de Boanerges, bailarino da esposa Lore Improta.

A publicação, sugere que o projeto vai resgatar as origens do GG da Bahia. Além do clima descontraído e da energia contagiante, o vídeo também mostra equipamentos de treino.

A presença do GG da Bahia chamou a atenção dos fãs, que encheram os comentários com elogios — entre eles: “Que homem!”

Com vagas de emprego e estágio, Simm divulga oportunidades para esta terça-feira (29)

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Com vagas para emprego e estágio, o Simm (Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra) divulgou as oportunidades disponíveis para esta terça-feira (29).

Os candidatos deverão acessar o site: https://salvadordigital.salvador.ba.gov.br/ para agendar o atendimento a partir das 17:30h.

Em caso de deficiência visual, os candidatos devem entrar em contato pelo número (71) 3202-2005 para fazer o agendamento.

O atendimento está sendo realizado de forma híbrida, ou seja, de forma presencial e remota, via WhatsApp – a escolha é no momento do agendamento.

No caso das vagas que exigem experiência, o tempo de serviço deve ser comprovado em carteira de trabalho. Confira as vagas abaixo:

Operador de telemarketing ativo e receptivo
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência, imprescindível ter boa dicção e conhecimento em informática
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 20

Ajudante de carga e descarga (vaga exclusiva para primeiro emprego)
Requisitos: Ensino fundamental completo, sem experiência, ter carteira limpa
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 2

Auxiliar administrativo – Jovem Aprendiz (vaga exclusiva para o Programa SIMM Mulher)
Requisitos: Ensino médio incompleto, sem experiência, faixa etária de 18 a 21 anos
Salário: Bolsa de 712,99 + benefícios
Vagas: 3

Conferente de logística (vaga de estágio e do Programa SIMM Mulher)
Requisitos: Ensino superior incompleto em Administração ou Logística (estar cursando a partir do 1º semestre à noite), sem experiência, ter conhecimento em pacote Office
Salário: Bolsa a combinar + benefícios
Vagas: 2

Consultor técnico
Requisitos: Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível possuir CNH B e conhecimento intermediário em pacote Office
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 1

Auxiliar de cozinha
Requisitos: Ensino médio completo, 6 meses de experiência
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 1

Auxiliar de linha de produção
Requisitos: Ensino médio completo, 6 meses de experiência, ter disponibilidade para carregar peso
Salário: 1.769,00 + benefícios
Vagas: 3

Auxiliar de depósito
Requisitos: Ensino fundamental completo, 6 meses de experiência, ter disponibilidade para carregar peso
Salário: 1.518,00 + benefícios
Vagas: 2

Técnico em TI
Requisitos: Ensino médio completo, 6 meses de experiência, desejável ter trabalhado no ramo atacadista de alimentos
Salário: 3.060,00 + benefícios
Vagas: 1

Auxiliar de depósito
Requisitos: Ensino médio completo, 6 meses de experiência
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 1

Vagas Exclusivas para Pessoas com Deficiência (PCD):

Empacotador (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 3

Auxiliar de expedição (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência, ter conhecimento em informática
Salário: 1.527,22 + benefícios
Vagas: 3

Auxiliar de almoxarifado (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência, ter conhecimento em informática
Salário: 1.527,22 + benefícios
Vagas: 3

Auxiliar de entrega (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência
Salário: 1.527,22 + benefícios
Vagas: 3

Auxiliar de produção (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência
Salário: 1.527,22 + benefícios
Vagas: 3

Promotor de vendas (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência, ter conhecimento em informática
Salário: 1.527,22 + benefícios
Vagas: 3

Operador de empilhadeira (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência, ter CNH B
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 3

Soldador (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 3

Assistente administrativo (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, sem experiência, ter conhecimento em informática
Salário: 1.527,22 + benefícios
Vagas: 3

Motorista entregador (vaga exclusiva para pessoas com deficiência)
Requisitos: Ensino médio completo, 6 meses de experiência, ter CNH D
Salário: a combinar + benefícios
Vagas: 3

Inflação vai pesar no bolso dos brasileiros de baixa renda este ano

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A previsão do mercado financeiro para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,57% para 5,55% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira 28/4, pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo BC (Banco Central) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,5% para 4,51%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em março, a inflação fechou em 0,56%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar dessa pressão, o IPCA perdeu força em relação a fevereiro, quando marcou 1,31%. No acumulado em 12 meses, a inflação soma 5,48%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o BC, a inflação cheia e os núcleos – medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia – continuam em alta.

O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo.

Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a taxa Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso.

Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 2%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,95.

Fonte: Agência Brasil

Inflação vai pesar no bolso dos brasileiros de baixa renda este ano

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A previsão do mercado financeiro para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,57% para 5,55% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira 28/4, pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo BC (Banco Central) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,5% para 4,51%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em março, a inflação fechou em 0,56%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar dessa pressão, o IPCA perdeu força em relação a fevereiro, quando marcou 1,31%. No acumulado em 12 meses, a inflação soma 5,48%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o BC, a inflação cheia e os núcleos – medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia – continuam em alta.

O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo.

Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a taxa Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso.

Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 2%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,95.

Fonte: Agência Brasil

Espanha declara emergência nacional devido ao blecaute

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O Ministério do Interior da Espanha decretou estado de emergência nesta segunda-feira (28), após um grande apagão de energia atingir o país e a maior parte da Península Ibérica. A informação foi confirmada pelo governo espanhol, que afirmou que o estado de emergência será aplicado “nas regiões que o solicitarem”.

Até o momento, Madri, Andaluzia e Extremadura pediram que o governo central assumisse o controle da ordem pública e de outras funções essenciais. A eletricidade começou a ser restabelecida de forma gradual, mas, por volta das 20h locais (15h de Brasília), apenas cerca de 20% do fornecimento de energia havia sido normalizado.

O blecaute causou cenas de pânico em várias cidades, com clientes correndo para caixas eletrônicos e ruas lotadas de pessoas tentando encontrar sinal de telefone para se comunicar. Diante da crise, o primeiro-ministro Pedro Sánchez convocou uma “reunião extraordinária do Conselho de Segurança Nacional” na tarde desta segunda-feira, conforme informou o seu gabinete.

Contas externas do Governo Federal têm saldo negativo de novo

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As contas externas do país tiveram saldo negativo em março, de US$ 2,245 bilhões, informou nesta segunda-feira, 28/4, o BC (Banco Central). No mesmo mês de 2024, o déficit foi de US$ 4,087 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.

A melhora na comparação interanual é resultado do aumento de US$ 1,3 bilhões no superávit comercial, em razão, principalmente, do aumento das exportações, e do recuo de US$ 895 milhões no déficit em renda primária (pagamento de juros e lucros e dividendos de empresas). Em contrapartida, o déficit em serviços aumento US$ 460 milhões, contribuiu para o saldo negativo nas transações correntes.

Em 12 meses encerrados em março, o déficit em transações correntes somou US$ 68,467 bilhões, 3,21% do Produto Interno Bruto (PIB), (a soma dos bens e serviços produzidos no país), ante o saldo negativo de US$ 70,310 bilhões (3,28% do PIB) no mês anterior. Já em relação ao período equivalente terminado em março de 2024, houve aumento significativo no déficit, com o resultado em 12 meses negativo em US$ 26,307 bilhões (1,17% do PIB).

De acordo com o BC, as transações correntes têm cenário bastante robusto e vinham com tendência de redução nos déficits em 12 meses, que se inverteu a partir de março de 2024. De fevereiro para março desde ano, isso se inverteu. De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, é preciso observar, nos próximos meses, se esse resultado significa uma inflexão ou foi pontual no mês.

Ainda assim, o déficit externo está financiado por capitais de longo prazo, principalmente pelos investimentos diretos no país, que têm fluxos e estoques de boa qualidade.

Balança comercial e serviços

As exportações de bens totalizaram US$ 29,449 bilhões em março, um aumento de 5,3% em relação a igual mês de 2024. Enquanto isso, as importações atingiram US$ 21,812 bilhões, com elevação de 0,9% na comparação com março do ano passado.

Com os resultados de exportações e importações, a balança comercial fechou com superávit de US$ 7,637 bilhão no mês passado, ante o saldo positivo de US$ 6,352 bilhões em março de 2024.

De acordo com Fernando Rocha, os principais produtos exportados no mês foram café, soja, carnes e celulose. Ele destacou, ainda, o aumento do comércio de soja, já que o país está no período de exportação da safra, o que contribuiu para resultados comerciais mais robustos no mês.

O déficit na conta de serviços – viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros – somou US$ 4,352 bilhões em março, ante os US$ 3,893 bilhões em igual mês de 2024.

Segundo o BC, há crescimento na corrente de comércio de serviços, com diversificação na conta. Na comparação interanual, uma das maiores altas, de 70,5%, foi no déficit em serviços de propriedade intelectual, ligados a serviços de streaming, totalizando US$ 1,117 bilhão.

Outro destaque foram as despesas líquidas com transporte, que aumentaram 20,3%, somando US$ 1,148 bilhão, resultado dos aumentos na corrente de comércio e no preço dos fretes internacionais. Ainda, os gastos líquidos com aluguel de equipamentos tiveram alta de 15,2%, acumulando US$ 1,095 bilhão, associados ao aumento dos investimentos das empresas.

No caso das viagens internacionais, em março, o déficit na conta fechou com alta de 0,2%, chegando a US$ 766 milhões, resultado de US$ 773 milhões nas receitas – que são os gastos de estrangeiros em viagem ao Brasil – e de US$ 1,539 bilhão nas despesas de brasileiros no exterior.

Rendas

Em março de 2025, o déficit em renda primária – lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários – chegou a US$ 5,781 bilhões, 13,4% abaixo do registrado em março do ano passado, de US$ 6,675 bilhões. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país – do que de brasileiros no exterior.

A conta de renda secundária – gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens – teve resultado positivo de US$ 251 milhões no mês passado, contra superávit US$ 129 milhões em março de 2024.

Financiamento

Os investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 5,990 bilhões em março deste ano, ante US$ 10,236 bilhões em igual mês de 2024. Rocha explicou que, em março do ano passado, houve ingressos atípicos, por isso a grande diferença interanual.

O IDP acumulado em 12 meses totalizou US$ 68,213 bilhões (3,19% do PIB) em março, ante US$ 72,459 bilhões (3,38% do PIB) no mês anterior e US$ 64,095 bilhões (2,85% do PIB) no período encerrado em março de 2024.

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.

No caso dos investimentos em carteira no mercado doméstico, houve saída líquida de US$ 1,780 bilhão em março, composta por retiradas líquidas de US$ 841 milhões em títulos da dívida e de US$ 939 milhões em ações e fundos de investimento. Nos 12 meses encerrados em março, os investimentos em carteira no mercado doméstico somaram saídas líquidas de US$ 6,1 bilhões.

O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 336,157 bilhões em março, aumento de US$ 3,649 bilhões em comparação ao mês anterior.

Fonte: Agência Brasil

STF determina desapropriação de áreas afetadas por incêndios e desmatamento ilegal

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que imóveis envolvidos em incêndios criminosos e desmatamento ilegal deverão ser desapropriados pela União, desde que haja comprovação da responsabilidade dos proprietários.

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (28) em resposta a uma ação movida em 2020, que pede a atuação do Supremo no combate aos incêndios no país. A medida vem após um ano marcado por recordes de queimadas, que devastaram centenas de quilômetros em biomas importantes.

Além da desapropriação, o STF também determinou que a União e os estados da Amazônia Legal e do Pantanal criem mecanismos legais e operacionais para impedir a regularização fundiária de áreas onde já tenham sido comprovadas práticas ilegais, como queimadas intencionais e desmatamento. A decisão inclui ainda a orientação para que sejam promovidas ações de indenização contra os responsáveis pelos danos ambientais.