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Lula espera que Juscelino peça demissão após denúncia da PGR, aponta auxiliares

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Aliados próximos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmam que ele espera uma decisão voluntária do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, para deixar o cargo. Segundo esses interlocutores, Lula já havia sinalizado anteriormente, em junho do ano passado, que o afastamento seria o caminho mais adequado caso a Procuradoria-Geral da República (PGR) formalizasse uma denúncia contra o ministro.

Integrantes do governo avaliam que a permanência de Juscelino se tornou insustentável após o avanço da acusação por parte do Ministério Público. Eles destacam ainda que o presidente costuma preferir que os próprios ministros tomem a iniciativa de sair em momentos de turbulência política, evitando assim o desgaste direto de uma demissão imposta por ele.

A denúncia apresentada pela PGR ao Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira aponta suspeitas de desvio de emendas parlamentares quando Juscelino era deputado federal. Em resposta, o ministro declarou ser inocente e afirmou confiar no STF para arquivar a acusação.

Vitória anuncia patrocínio da Fatal Model para time feminino

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Nesta terça-feira (2), o Vitória e Fatal Model anunciaram que a equipe feminina do clube terá o patrocínio master da empresa, parceira do clube desde 2023. Esta é a primeira equipe feminina do Brasil patrocinada pelo site de anúncio de acompanhantes.

“A marca, que esteve presente em diversos momentos marcantes e glórias do Leão, chega para mostrar que juntos venceremos novas batalhas pelo respeito, segurança e dignidade. As Leoas agora tem um reforço de peso para jogar junto delas em busca de capítulos inéditos”, disse o anúncio.

Atualmente na Série A2 do Campeonato Brasileiro, o Vitória Feminino está no Grupo B da competição ao lado de Ação, Fortaleza, Itacoatiara, Mixto, Paysandu, Remo e Rio Negro. As quatro mais bem colocadas de cada grupo avançam para as quartas de final. Quem avançar nas quartas, garante vaga na Série A1.

A parceria entre Vitória e Fatal Model começou no início de 2023, estampando as mangas das camisas de jogos e treinos do Leão. Em julho do mesmo ano, a marca renovou contrato e passou para a frente da camisa, na chamada barra frontal. Nesta temporada, o acordo, divulgado como o maior já assinado pelo Rubro-Negro para a propriedade, foi renovado até o final de 2025 e

O Vitória também é o único clube patrocinado pela Fatal Model que disputa a primeira divisão do Brasileirão em 2025. A empresa ainda parcerias acordos com CRB (Série B), Vila Nova (Série B), CSA (Série C), ASA (Série D) e Penedense (Série D).

Batida entre duas carretas faz vítima fatal na BR-135

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Duas carretas colidiram e deixou uma pessoa morta nesta terça-feira (8), na BR-135. O acidente aconteceu próximo ao povoado de Malhadinha, em Formosa do Rio Preto, município da região oeste do estado.

Os veículos de carga ficaram destruídos. De acordo com o G1, a vítima foi identificada como José Odair Claudino Barbosa, de 49 anos. Ele dirigia uma das carretas e seguia sentido Barreiras. O outro condutor não ficou ferido.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e constatou a morte do homem de José Odair. O corpo dele foi retirado das ferragens.

O DPT (Departamento de Polícia Técnica) foi acionado e o corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Barreiras.

Comissão da Câmara aprova, após polêmica, projeto que exige exame toxicológico para ter arma

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 8, um projeto de lei que exige resultado negativo no exame toxicológico para poder liberar o porte de arma. Diferente do que era esperado, a proposição gerou divergência na bancada da bala.

Isso porque o próprio presidente do colegiado e relator da matéria, Paulo Bilynskyj (PL-SP), defendeu a rejeição do texto, que já tinha sido aprovado no Senado Federal.

“(Esse projeto de lei) É para diminuir o acesso do cidadão (ao porte de arma). Por isso que a esquerda está sendo a favor”, argumentou Bilynskyj.

O placar final terminou com 14 votos em defesa do projeto e nove contra. Agora, no caso, um novo relator é designado para emitir um parecer favorável na comissão, sem necessidade de votação.

“É a primeira vez que ganho uma votação”, brincou Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), um dos poucos deputados governistas presentes na Comissão de Segurança Pública, dominada pela bancada da bala e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O texto que veio do Senado exige que para poder ter uma arma de fogo, o portador precisa apresentar um exame toxicológico negativo de larga janela de detecção.

O texto ainda exige comprovação periódica em período de até três anos, com avaliações aleatórias exigidas durante esse período. Para Vieira, rejeitar o projeto de lei implicaria em uma “liberação do uso de armas para pessoas que fazem o uso de drogas”.

Deputados como Capitão Augusto (PL-SP) e Sargento Fahur (PSD-PR) divergiram de Bilynskyj e pediram desculpa pela posição. “Não posso aceitar que maconheiro e cheirador de cocaína possam ter o mesmo direito que nós cidadãos de bem”, disse Augusto. “Sou armamentista e também vou continuar sendo, mas para não votar contra o deputado, que é um nobre par, eu vou me abster.”

Nove deputados foram contra o projeto de lei – todos da bancada da bala. São estes Alberto Fraga (PL-DF) atual presidente do grupo, Bilynskyj, Capitão Alden (PL-BA), Delegado Caveira (PL-PA), Marcos Pollon (PL-MS) e Sargento Gonçalves (PL-RN).

“Não tem nada a ver com o maconheiro e usuário. Tem gente que fuma para descontrair, mas é um cumpridor de seus deveres. Eu já digo para os meus policiais, não prendam”, disse Fraga.

 

Levy Teles, Estadão Conteúdo

Casa Branca confirma que tarifas de 104% contra a China serão cobradas a partir desta quarta

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As tarifas de 104% dos Estados Unidos contra a China devem começar a ser cobradas nesta quarta-feira (9). A informação foi confirmada pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, à Fox Business início da tarde desta terça-feira (8).

A medida entrou em vigor após o país asiático não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido pelo presidente americano Donald Trump, que era até as 13h desta terça. Mais cedo, Trump publicou em sua rede social que estava esperando uma ligação da China para discutir as tarifas, mas isso não ocorreu.

Durante a madrugada, a China afirmou que não vai voltar atrás e que está pronta para seguir respondendo aos aumentos tarifários, apesar de considerar que “em uma guerra comercial, não há vencedores”.

O “tarifaço global” dos EUA começou no último dia 2 de abril, quando Trump anunciou taxas de importação sobre 180 países de todo o mundo. Na ocasião, a Ásia foi o continente que recebeu as maiores tarifas. A taxa anunciada por Trump para a China no dia foi de 34%, o que faria com que os produtos chineses fossem taxados pelos EUA em 54%, no total.

No entanto, na última sexta-feira (4), a China anunciou que iria impor tarifas de também 34% sobre os produtos americanos, como resposta ao tarifaço. Com isso, Trump ameaçou cobrar taxas extras de 50% à China se o país não recuasse da retaliação nesta terça (8). Como Pequim não desistiu, as tarifas de 104% entraram em vigor.

Tarifas movimentam mercado financeiro

O tarifaço de Donald Trump e as reações dos países atingidos têm movimentado o mercado financeiro, com investidores receosos de que as medidas possam gerar uma guerra comercial generalizada. O cenário de incerteza faz com que os investidores se afastem dos ativos de risco, como os mercados de ações, o que prejudica as bolsas de valores em todo o mundo.

Segundo a Casa Branca, cerca de 70 nações já procuraram o governo americano para negociar. As principais bolsas da Ásia e da Europa fecharam em alta. Nos Estados Unidos, onde o pregão ainda está em andamento, os principais índices de Wall Street abriram em forte alta, mas reduziram os ganhos no início da tarde.

No Brasil, o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, inverteu o sinal e passou a operar em baixa. O dólar voltou a bater os R$ 6 por volta das 14h.

Judoca de Juazeiro, Alana Moura conquista bronze em competição nacional

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A judoca baiana Alana Moura, de 24 anos, garantiu a medalha de bronze no Campeonato Brasileiro Regional de Judô, na categoria sênior até 63 kg. A competição, realizada na última semana em Simões Filho (BA), reuniu atletas de alto nível de diversas partes do país.

Natural de Juazeiro, Alana superou adversárias de clubes tradicionais como o Minas Tênis Clube e o Instituto Reação, este último referência nacional e casa da campeã olímpica Rafaela Silva. O resultado veio após uma sequência de boas performances, incluindo a vitória na Copa Bahia Open e a conquista do título estadual em março, etapas classificatórias para o torneio nacional.

Com passagens por seletivas importantes como o Meeting, Alana acumula no currículo títulos como campeã baiana e o reconhecimento como melhor atleta do ano da Bahia em três temporadas. Segundo ela, o novo pódio é fruto de insistência e superação.

“Sinto muita gratidão por Deus ter me proporcionado esse momento depois de tanta insistência”, afirmou. “Enfrentei lutas acirradas que nunca imaginei que conseguiria. Foi além do que eu sonhava. Estou muito feliz e grata.”

A atleta também agradeceu ao técnico Alan Moura, responsável por acompanhá-la no percurso: “Sou grata pela insistência em acreditar no sonho de cada atleta”.

Aprovações de R$ 196 bi ajudaram Brasil a subir no ranking do Iedi, diz presidente do BNDES

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, divulgou nota nesta terça-feira, 8, informando que o Brasil passou da 45ª para a 25ª posição no ranking da indústria da transformação no mundo, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Segundo ele, essa evolução já é resultado do esforço do governo Lula para neoindustrializar o País.

“Em dois anos, no BNDES, já aprovamos mais de R$ 196 bilhões em 145,5 mil operações em crédito na NIB (Nova Indústria Brasileira), mais de 70% do total previsto para o programa até o fim do governo”, disse Mercadante em nota. “Além disso, em 2024, as aprovações de crédito do BNDES para a indústria superaram as aprovações para o agronegócio, fato que não acontecia desde 2017 e que indicam a melhoria na qualidade do crédito disponibilizado pelo BNDES”, acrescentou.

Segundo ele, as aprovações de crédito do banco para micro, pequenas e médias empresas, incluindo a indústria, bateram recorde no ano passado.

“Tivemos ainda aprovações recorde para a indústria de fármacos, o maior valor de aprovações de crédito para o setor automotivo desde 2017, o maior volume de aprovações de crédito para exportações desde 2014 e o segundo maior volume de crédito aprovado para biocombustíveis da história do BNDES, só para ficar em alguns exemplos”, destacou Mercadante.

Para ele, o avanço foi possível graças a instrumentos fundamentais para impulsionar o crédito, como o Fundo Clima e a adoção da taxa TR para inovação, “que dão maior competitividade para a nossa indústria”, afirmou, informando que no ano passado o banco captou de forma inédita R$ 9,8 bilhões em Letras de Crédito de Desenvolvimento (LCD), mais um instrumento específico para financiar a indústria.

Mercadante disse ainda que o BNDES tem sido decisivo para a retomada do setor industrial brasileiro, e será ainda mais importante neste momento de grandes desafios com o novo cenário geopolítico de guerra comercial. “Há riscos importantes para setores da indústria, mas também uma janela de oportunidades. A diplomacia presidencial de Lula está contribuindo para a retomada de parcerias e para a abertura de novas fronteiras. O G20, a COP30, os Brics e a recente agenda presidencial no Japão e no Vietnã são demonstrações importantes de novas oportunidades para a indústria”, avaliou.

 

Denise Luna, Estadão Conteúdo

Empresa de Musk teria usado IA para espionar colaboradores, segundo fontes

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Autoridades do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informaram a alguns funcionários federais que a equipe de tecnologia de um departamento liderado por Elon Musk estaria utilizando inteligência artificial para monitorar comunicações de ao menos uma agência federal, em busca de manifestações consideradas hostis ao presidente. A informação foi relatada por duas pessoas com conhecimento direto do caso, segundo agência Reuters.

Embora o Departamento de Eficiência Governamental (conhecido como Doge, na sigla em inglês) opere sob forte sigilo, esse tipo de vigilância representaria um uso inédito da IA — voltado à identificação de possíveis focos de deslealdade em uma estrutura pública já fragilizada por cortes drásticos de orçamento e uma onda de demissões.

De acordo com outra fonte, membros da equipe do Doge também estariam utilizando o aplicativo Signal para se comunicar — o que pode violar regras federais sobre preservação de registros oficiais, já que o app permite configurar o desaparecimento automático das mensagens.

O grupo teria ainda adotado amplamente o Grok AI — um chatbot desenvolvido por Musk como alternativa ao ChatGPT — como parte de uma estratégia mais ampla de enxugamento do governo federal. A Casa Branca, o Doge e Elon Musk não responderam aos pedidos de comentário.

Em carta aberta, Juscelino Filho pede demissão do Ministério das Comunicações

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Em carta aberta divulgada na noite desta terça-feira (8), o ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil), formalizou seu pedido demissão do cargo. Juscelino foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por suposto desvio de emendas parlamentares.

Mais cedo, essa possibilidade já havia sido levantada. Juscelino almoçou com integrantes do governo Lula antes de tomar a decisão.

“Hoje tomei uma das decisões mais difíceis da minha trajetória pública. Solicitei ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva meu desligamento do cargo de ministro das Comunicações. Não o fiz por falta de compromisso, muito pelo contrário. Saio por acreditar que, neste momento, o mais importante é proteger o projeto de país que ajudamos a construir e em que sigo acreditando”, iniciou a carta.

Segundo Juscelino, sua demissão “é um gesto de respeito ao governo e ao povo brasileiro” e que deixou o cargo porque precisa se “dedicar à minha defesa com serenidade e firmeza”.

“Preciso me dedicar à minha defesa, com serenidade e firmeza, porque sei que a verdade há de prevalecer. As acusações que me atingem são infundadas, e confio plenamente nas instituições do nosso país, especialmente no Supremo Tribunal Federal, para que isso fique claro. A justiça virá!”, seguiu.

O político retornará a seu mandato de deputado federal pelo Maranhão, do qual estava licenciado desde 2023, quando assumiu o ministério no governo Lula. Confira a carta na íntegra:

“Carta aberta

Hoje tomei uma das decisões mais difíceis da minha trajetória pública. Solicitei ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva meu desligamento do cargo de ministro das Comunicações. Não o fiz por falta de compromisso, muito pelo contrário. Saio por acreditar que, neste momento, o mais importante é proteger o projeto de país que ajudamos a construir e em que sigo acreditando.

Nos últimos dois anos e quatro meses, vivi a missão mais desafiadora — e, ao mesmo tempo, mais bonita — da minha vida pública: ajudar a conectar os brasileiros e unir o Brasil. Trabalhar por um país onde a inclusão digital não seja privilégio, mas direito. Levar internet onde antes só havia isolamento. Criar oportunidades onde só havia ausência do Estado.

Tive o apoio incondicional do presidente Lula. Um líder a quem admiro profundamente e que sempre me garantiu liberdade e respaldo para trabalhar com autonomia e coragem. Nunca tive apego ao cargo, mas sempre tive paixão pela possibilidade de transformar a vida das pessoas — especialmente das que mais precisam.

A decisão de sair agora também é um gesto de respeito ao governo e ao povo brasileiro. Preciso me dedicar à minha defesa, com serenidade e firmeza, porque sei que a verdade há de prevalecer. As acusações que me atingem são infundadas, e confio plenamente nas instituições do nosso país, especialmente no Supremo Tribunal Federal, para que isso fique claro. A justiça virá!

Retomarei meu mandato de deputado federal pelo Maranhão, de onde seguirei lutando pelo Brasil. Com o mesmo compromisso, a mesma energia e ainda mais fé.

Saio do Ministério com a cabeça erguida e o sentimento de dever cumprido. O Brasil está em outro patamar. Estamos levando banda larga a 138 mil escolas, destravamos o Fust – que estava parado há mais de duas décadas – para investimento de mais de R$ 3 bilhões em projetos de inclusão digital, entregamos mais de 56 mil computadores em comunidades carentes, estamos conectando a Amazônia com 12 mil km de fibra óptica submersa e deixamos pronta a TV 3.0, que vai revolucionar a televisão aberta no país.

É esse legado que deixo. E é com ele que sigo, de pé, lutando por justiça, pela democracia e pelo povo brasileiro.

Meu agradecimento a toda a minha equipe, ao presidente Lula, mais uma vez, ao meu partido União Brasil e, em especial, ao povo do Maranhão que me escolheu para ser seu representante na vida pública. Me orgulha muito ser maranhense e poder ter contribuído com meu Estado e meu País.

Juscelino Filho”

Fonte: Bahia.ba

Redução da jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais é analisada por Comissão em audiência pública

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A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado realiza nesta terça-feira (8), às 14h, uma audiência pública sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 148/2015), que visa reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 36 horas. A iniciativa foi solicitada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE).

A PEC, proposta pelo senador Paulo Paim (PT-RS), altera a Constituição Federal para uma redução gradual da carga horária: 40 horas no primeiro ano, com redução de uma hora a cada ano, até atingir as 36 horas. Enquanto a medida não for concluída, o limite permanecerá em 44 horas semanais.

O relator, senador Rogério Carvalho, apresentou parecer favorável, sugerindo emendas como a garantia de dois dias de descanso semanal e a manutenção do salário durante a transição.

Participam do debate Shakti Prates Borela, do Ministério do Trabalho, e Abel Santos, do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT). Outros convidados, como deputados e representantes do Ministério das Mulheres, ainda não confirmaram presença. Cidadãos podem enviar perguntas ao vivo via Ouvidoria do Senado ou Portal e‑Cidadania.